Home | Contatos | Ouvidoria | Webmail | Intranet | Biblioteca | Vestibular | Seleção de Pessoal
Página do Aluno »
.

° Projeto centenário colorado

° Grenal - 4x1

° As torcidas brasileiras

° O judô nas Olimpíadas 2008

° Inter conquista Gauchão 2008

° Anjo das pernas tortas

° Inter quer se vingar

° Dos guetos para o mundo

° A arte de esculpir o corpo

° Squash entra em pauta

° Peteca não, Badminton

° Conhecendo o Punhobol

° Grêmio na Libertadores

° Bastidores de uma decisão

° Extremos do futebol gaúcho

Peteca não, Badminton

Por Leonardo Ferreira | Quinta-feira, 5 de julho de 2007, às 15h20

Lucas e Paulo Scala, atletas da seleção brasileira. (Foto: Divulgação)

O segundo esporte a ser desvendado pela série " Esportes Alternativos" é o badminton. Quem contou um pouco da história da modalidade original da Índia foi o representante da Confederação Brasileira de Badminton (CBBd), Hilton Fernando, que prepara a sua equipe para o Pan-Americano do Rio de Janeiro.

O badminton surgiu na Índia, sobre o nome de Poona, oficiais ingleses a serviço no país, que na época encontrava-se sob o controle britânico, gostaram do jogo, em seguida o levaram para a Europa. O Poona passou a chamar-se badminton na década de 1870, quando uma nova versão do esporte foi jogada na propriedade de Badminton na Inglaterra, pertencente ao Duque de Beaufort's.

O jogo é disputado com uma raquete e uma peteca. O objetivo é fazer com que a peteca passe por cima da rede, que fica a 1,55m do chão, e caia na quadra do adversário para que o ponto possa ser computado. Pode ser jogado em simples (um contra um, masculino e feminino) e em duplas, que variam em masculina, feminina, ou em duplas mistas (masculino e feminino). Uma partida consiste em três games de 21 pontos sem vantagem, quem vencer dois games primeiro, automaticamente define-se como vencedor. Pode ser praticado ao ar livre, mas o ideal é que seja jogado em quadra coberta, onde não ocorram correntes de ar. Não é aconselhado também o uso de sistema de ventilação que movimente o ar, o que atrapalharia o jogo. O espaço entre a quadra e as paredes que cercam o recinto não devem ter menos de um metro (até as paredes laterais), e de um 1,5m (para as paredes de fundo).

O badminton faz parte dos jogos olímpicos desde os jogos de Seul, em 1988, quando participou como esporte exibição. Em Barcelona, 1992 passou a valer medalhas aos vencedores. Em Buenos Aires, 1995, passou a integrar o quadro de competições dos Jogos Pan-Americanos.

O Brasil vem crescendo no cenário americano da modalidade, ainda encontra-se atrás de Estados Unidos e Canadá. Em nível mundial, os países asiáticos são os mais fortes, Fernando explica: "é como se o badminton fosse para os asiáticos, o futebol para os sul-americanos".

Fernando conta que o apoio financeiro somente vem de recursos da Lei Agnelo Piva, de 2001, que estabeleceu em 2% da arrecadação bruta de todas as loterias federais do país sejam repassados ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e ao Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB). Do total de recursos repassados, 85% são destinados ao COB e 15%, ao CPB: "Esses recursos tem que manter tudo, entidade, atletas, compra de materiais, e tudo mais, o que acaba dificultando e muito a situação".

Hoje, no Brasil, o número de praticantes está em cerca de 9 mil praticantes: "A adesão é muito boa, sempre que alguém começa praticar badminton dificilmente pára", afirmou o representante da Confederação.

Os grandes nomes do badminton são asiáticos, no ranking da Federação Mundial de Badminton, dos cinco primeiros jogadores, quatro são chineses, um malasiano, no ranking feminino, três chinesas, uma jogadora de Hong Kong, e uma alemã, sendo ela, chinesa naturalizada:

  .
 
Portal Universo IPA :: 1º lugar no Intercom Nacional 2008 - Categoria Internet :: Acessos desde 2007:
Copyleft © 2005 :: Todos os direitos reservados - AJor/Agência Experimental de Jornalismo IPA :: Expediente