Home | Contatos | Ouvidoria | Webmail | Intranet | Biblioteca | Vestibular | Seleção de Pessoal
Página do Aluno »
.

EVENTOS - 2008

° EcoDigital recebe
prêmio Borboleta Azul

° Impressos do IPA

° 54ª Feira do Livro

° Donna Fashion

° Expointer 2008

° Semana Farroupilha

° Feira das Profissões

° Mostra de Jornalismo

 

SEMANA ACADÊMICA

° Sem papas na língua

° Em tempos de Photoshop

° 3ª Semana Acadêmica

° Second Life em pauta

° Talentos reconhecidos

° Inconseqüência humana

 

53ª FEIRA DO LIVRO

° Balanço da Feira

° História da televisão

° A arte que vem das ruas

° Gabriel, o professor

° Inclusão digital

° Navio da marinha

° Um Cais só para baixinhos

° Livros de auto-ajuda

° Software livre em debate

° Panorama infantil na Feira

° A mulher que abalou Cabul

° 40 anos de sucesso

° Cineastas na Feira do Livro

° O mundo de Circe em quatro

° Jovens escritores

° Biblioteca Móvel

° Abertura da Feira do Livro

Leia também o blog:

° Fazendo Feira

 

6ª BIENAL DO MERCOSUL

° Artista do cotidiano

° Três fronteiras

° As interrogações

° A Bienal de cada um
° Cultura sem arte

A Bienal de cada um

Por Débora Vives | Terça-feira, 6 de novembro de 2007, às 15h23

Em cada cantinho muitas idéias, imaginação e conceitos. (Foto: Débora Vives)

As culturas entram em contato e se espalham. É assim que a sexta Bienal do Mercosul chega a Porto Alegre. O evento traz ao Cais do Porto até 18 de novembro a exposição de 67 artistas de 23 países.

O projeto da Bienal é inspirado na metáfora "A terceira margem do Rio", de Guimarães Rosa. A terceira margem é um espaço radicalmente independente, um espaço livre de dogmas ou imposições, um lugar de observação. Quem visitou a Bienal percebeu que as fotografias, as mostras audiovisuais e as grandes obras expostas no local são de muita reflexão e criatividade.

Para quem trabalha com arte, a Bienal é como uma segunda casa: "Eu gosto de visitar a Bienal porque me traz paz. O lugar é amplo, me sinto livre entre tantas obras diferentes. Se eu pudesse chamava todo mundo pra cá", conta a pintora Rejane Almeida. Algumas pessoas se inspiram com o que vêem. "O legal é saber o que se passa na cabeça dos artistas na hora da criação. Eu já fiz minha obra de arte", diz o operador de áudio Ricardo Pazzini, ao mostrar um copo descartável todo mordido. Outras preferem observar de longe e se dizem meros admiradores: "Eu não entendo nada de arte, mas todo ano de Bienal fico curiosa e venho apreciar. Sempre tem algo que me chama atenção, tiro muitas fotos", conta a aposentada de Passo Fundo, Elaine Foscarin.

A Bienal é assim: em cada cantinho muitas idéias, imaginação e conceitos. É para todos os gostos, cabeças e idades. É o mundo da arte contemporânea a todo vapor, que mexe com a vida de cada um de maneira diferente. Quem não passou por lá está perdendo!

  .
 
Portal Universo IPA :: 1º lugar no Intercom Nacional 2008 - Categoria Internet :: Acessos desde 2007:
Copyleft © 2005 :: Todos os direitos reservados - AJor/Agência Experimental de Jornalismo IPA :: Expediente